No aniversário de Taguatinga, diretor do JORNAL SATÉLITE, Wílon Wander Lopes, é destaque do Correio

5/6/2026
Taguatinga, Capital Econômica do Distrito Federal, completou 68 anos nesta sexta-feira (5/6). O Correio Braziliense produziu uma edição especial sobre a cidade e entrevistou personagens que viveram e fizeram história na cidade. Entre os destaques, figurou as páginas do jornal o diretor-geral do JORNAL SATÉLITE, Wílon Wander Lopes. Pioneiro e morador de Taguatinga desde os primeiros anos de formação da cidade, Wílon tem sua trajetória profundamente ligada ao desenvolvimento da região. Ao longo de décadas, dedicou-se à preservação da memória local, ao fortalecimento da comunicação comunitária e à defesa da participação popular na construção da identidade taguatinguense. Na reportagem especial, o Correio Braziliense resgata a contribuição de Wílon para a história da cidade, destacando sua atuação como educador, jornalista e pesquisador. Seu trabalho à frente do JORNAL SATÉLITE e sua dedicação ao registro dos fatos que marcaram a evolução de Taguatinga o transformaram em uma das principais referências quando o assunto é a memória da cidade. Wílon chegou em Taguatinga em 1958 com sua família. A paixão de Wílon pela cidade o fez lutar por direitos aos moradores de Taguatinga. Em 1961, criou o Diretório Estudantil de Taguatinga, que agregava os grêmios de todas as escolas com atividades culturais e bailes. Fundou o JORNAL SATÉLITE em 1966, com professores e estudantes que, segundo ele, tinha o objetivo de "cuidar e defender a cidade". "Taguatinga é uma cidade gostosa de se viver. Ela atraía moradores de Plano Piloto para buscar, aqui, o calor humano que falta no centro da capital", comentou, ao lembrar principalmente da vida noturna, nos anos 1970 e 1980. Wílon mantém o desejo de ver Taguatinga viva novamente. Ele cita algumas medidas que enxerga como valorosas para a recuperação da importante cidade. "Uma solução seria a ocupação do Centro Administrativo (Centrad). Evitaria a sofrida viagem diária para o Plano Piloto, os moradores poderiam resolver seus problemas na própria cidade em que mora", comentou. Apesar das mudanças que observou ao longo do tempo, o pioneiro assegura que o calor humano dos taguatinguenses persiste. "Ainda bem que o povo de Taguatinga continua a espalhar pela cidade até para os forasteiros, um gostoso calor humano", disse.
Foto: Reprodução/Correio Braziliense